Twelve villages. One lake.
Each town has its own Mayan language, fiesta calendar, vibe, and reasons to visit. Pick one.
Cerro de Oro: trilha sagrada e a lenda do Pequeno Príncipe
Vale a pena conhecer Cerro de Oro? Sim: uma trilha curta e íngreme até altares maias, vista panorâmica do lago e a lenda por trás d'O Pequeno Príncipe.
Read the guide →Jaibalito: o povoado mais tranquilo e sem carros do lago
Vale a pena conhecer Jaibalito? Sim, o povoado mais isolado do lago: hotéis no penhasco, água limpa para nadar, trilhas e última lancha ao entardecer.
Read the guide →Panajachel: a porta de entrada e o hub do Lago Atitlán
Vale a pena conhecer Panajachel? Sim, é o centro de transporte do lago: vans, caixas eletrônicos, a Calle Santander e todas as lanchas para os outros povoados.
Read the guide →San Antonio Palopó: cerâmica e têxteis azuis tecidos
Vale a pena conhecer San Antonio Palopó? Sim, por oficinas de cerâmica, os raros têxteis azuis do tear de pedal e um meio dia íngreme saindo de Panajachel.
Read the guide →San Juan La Laguna: tecelagem, tintas naturais, sem balada
Vale a pena conhecer San Juan La Laguna? Sim, pelas cooperativas de tecelagem, tintas naturais de plantas, murais e passeios de café, quase sem vida noturna.
Read the guide →San Lucas Tolimán: café, vulcões, sem multidões
San Lucas Tolimán é o povoado menos turístico do lago: café de verdade, trilhas no Vulcão Tolimán, mercado de terça e sexta, e fácil acesso por estrada.
Read the guide →San Marcos La Laguna: Ioga, Saltos e Bem-Estar
San Marcos La Laguna é a capital do bem-estar do Lago Atitlán: estúdios de ioga, cerimônias de cacau, cafés veganos e saltos na reserva Cerro Tzankujil.
Read the guide →San Pablo La Laguna: Corda, Maguey, Sem Turismo
San Pablo La Laguna é o povoado da corda e do maguey do Lago Atitlán: pequeno, conservador, tz'utujil, na margem oeste, ideal para meio dia respeitoso.
Read the guide →San Pedro La Laguna: Barato, Espanhol e Festa
San Pedro La Laguna é a capital mochileira do Lago Atitlán: os preços mais baixos, escolas de espanhol de longa data, bares a noite toda e trilha ao vulcão.
Read the guide →Santa Catarina Palopó: Pintada e Sem Lancha
Santa Catarina Palopó é o povoado pintado do Lago Atitlán: murais turquesa em padrões de huipil, tecelãs kaqchikel, termas e 15 minutos de Panajachel.
Read the guide →Santa Cruz La Laguna: capital do mergulho em Atitlán
Santa Cruz La Laguna divide uma faixa de mergulho e hostels à beira do lago e um povoado kaqchikel tradicional no alto, com trilha fácil até Jaibalito.
Read the guide →Santiago Atitlán: Maximón, cultura tz'utujil e mercado
Santiago Atitlán é o maior povoado maya tz'utujil do lago, lar da divindade Maximón, dos bordados de aves e flores, e de um mercado desde 1547.
Read the guide →Sololá: vale a pena o mercado kaqchikel do altiplano?
Sololá é a capital kaqchikel do mercado no altiplano da Guatemala, a 600 m acima do Lago Atitlán, com dois mercados às terças e sextas e a melhor vista.
Read the guide →Tzununá: o povoado da permacultura de Atitlán
Tzununá é o vale lento de permacultura e yoga do Lago Atitlán, com fazendas orgânicas, duas cachoeiras e as estadias mais longas: 4,6 noites em média.
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